Nixdorf – Capítulo 5

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Estou de volta da Grécia e, portanto, tem capítulo novo de Nixdorf hoje! Espero que a longa espera tenha valido a pena.

P.s. Em breve, fotos e um curto relato sobre a viagem aqui :) Não parem de conferir.

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Nixdorf – Capítulo 4

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Nas próximas duas semanas estarei numa viagem com meu seminário para a Grécia. Então, aproveitem bem os quatro capítulos, curtam, compartilhem. :) E espero ver vários comentários a respeito quando eu chegar, senão… senão… teremos um capítulo sobre falta de comentários no blog! E vai ser muito chato! (Ficou com medo, ficou?)

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Nixdorf – Capítulo 3

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Em homenagem ao nosso querido MSN Messenger que morreu oficialmente HOJE, estou adiantando o capítulo três para vocês, no qual o nosso querido amigo tem um papel relevante. :) É curtinho, mas com carinho. Espero que gostem e não esqueçam de deixar o “oi, eu li” e compartilhar.

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Nixdorf – Capítulo 2

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Como combinado, aqui está o segundo capítulo. Não esqueça de fazer uma reflexão profunda ou simplesmente deixar um “Oi, eu li!” nos comentários após a leitura. Só para eu saber que estão por aí :) E, se realmente gostarem, existe sempre a opção de compartilhar, curtir no Face e tudo mais que vocês já sabem.

Até logo, até logo e obrigada por todos os peixes :)

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Nixdorf – Capítulo 1

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Aí está o primeiro capítulo de Nixdorf, conforme anunciado na página do Facebook. Comecei a escrever esse livro há 4 anos e, por qualquer motivo, nunca continuei. Mas, esse pode ser o momento! Se vocês gostarem e quiserem, postarei um capítulo por semana.

Do que se trata: é a história de uma jornalista recém-formada que realiza o antigo sonho de mudar para a Alemanha com a família. Logo, no entanto, ela percebe que o sonho pode ter um ‘quê’ de pesadelo.

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Bloqueio de escritor

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— Por que você não escreve uma história de amor?

Os dedos calejados tentavam em vão eliminar os nódulos de tensão nas costas dela. Ela estava inclinada, com os braços e tronco largados sobre o próprio colo e a cabeça pendendo ao chão em sinal de rendição. Ele, ajoelhado ao seu lado sobre o assoalho duro de madeira, alternava entre massagens e cafunés. E esperava com paciência. As “crises de escritora”, como ambos acabaram por apelidar, costumavam demorar entre alguns minutos e diversos dias para acabar.

— Eu não consigo escrever histórias de amor! — ela reclamou, muito mais histérica do que pretendia.

Ele ergueu algumas mechas de cabelo que lhe caíam sobre o rosto e acariciou-lhe de leve a bochecha. Depois ergueu seu queixo com cuidado e beijou-lhe lentamente os lábios, os olhos, a testa.

— Vai dar tudo certo, meu amor. Você escreve tão bem e é tão romântica. Por que você acha que não consegue escrever sobre o amor? Leia mais →

VLOG: Recado da Mima

Gravado cedinho de manhã só para matar as saudades:

 

E, para não perder o costume: não esqueçam de dar um CURTIR e deixar um comentário de incentivo :)

Outro mundo

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A Maria do Carmo é ingrata e egoísta. Mas, também… quem não é, né?

Ela não tinha mais que 13 anos de idade quando foi acolhida por dona Bianca. O pai desabilitado, a mãe dividida entre dois empregos mal pagos e três irmãos menores com choramingos agudos. Dona Bianca, como só podia, sentiu pena dos olhinhos caídos e das unhas sujas que lhe pediam comida no portão de casa. Ao invés de simplesmente alimentá-la, foi muito além.

— Trabalhe pra mim, menina. E terá comida garantida todos os dias.

Quem se arriscaria tanto de receber alguém em casa por mera compaixão? Quase ninguém. Pois dona Bianca cumpriu a promessa. E a menina mereceu. Era uma trabalhadora nata. De noite e de dia se dispunha e labutava. Enquanto os adolescentes da casa brincavam em seus quartos, as borboletas dançavam, o musgo da piscina se multiplicava e as plantas murchavam debaixo do sol, lá estava ela, aos pés de dona Bianca, como um cachorrinho treinado ansioso pela benção de seu benfeitor. E recebeu mais do que a benção. Recebeu carinho, presentes espontâneos (souvenir de uma filha de quando voltou da França ou um capuz do Mickey diretamente da Disney—nada baratinho não, de qualidade), bijuterias da lojinha perto de onde dona Beatriz trabalhava e, mais importante do que tudo, a confiança como a de alguém que pertencesse à família. Seu Rodolfo, até morrer, frequentemente trazia doces para todos, inclusive para ela, e até a chamava de filha. E Maria continuava a serví-los.

Muitos anos depois, no entanto, a consequência dos mimos deu as caras. Leia mais →

Um passeio na minha cidadezinha

Para quem interessar, fotos tiradas durante uma caminhada ao redor de onde moro. Clique na primeira foto para começar a visualizar a galeria e ter a oportunidade de comentar em cada foto individualmente :)

OMG, elas estão brotando por toda parte do meu quintal. Igualzinho ao Jardim Secreto. A primavera está chegando mesmo!