Ensaios, sonhos e algo mais.

Um laboratório de textos, uma clínica terapêutica, um eco cacofônico de pensamentos jogados ao vento, um mosaico de experiências, uma colcha de retalhos de coisas que me comovem e que não consigo explicar.

Um dia olharemos para trás

Quando formos jovens de novo.

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Mania

Quantas vezes já não cheguei a este ponto?

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Você ou ela

Depositei minha felicidade nos seus ombros e pedi pra você carregar.

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Dia 26

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Dia 25

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Mais antigos

Todos os posts desde a criação da página.

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O propósito da arte é espanar o dia-a-dia das nossas almas.

– Pablo Picasso

Vale a pena ler de novo

O direito de todos

O patrão da minha tia era um homem interessante. “Todo mundo, alguma vez na vida, é um poeta, um filósofo e um escritor, vai por mim”, dizia.

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Os beijos que nunca dei

Você coloca a mochila nas costas. Subimos nas bicicletas e pedalamos depressa para casa. Uma quinta-feira comum com uma rotina comum. Para mim, um milagre.

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O clamor eterno

Embrulhei meu sonho num papel de seda / Depositei-o em um baú vedado / Escondi-o em uma gaveta / E tranquei-o com cuidado // Mas madrugava e a madeira tremia…

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O sapatinho de cristal

Ele ousa olhar em meus olhos e se dizer apaixonado. Mas, eu sou só aquela que coube no sapatinho de cristal.
Ele escreve poemas, compõe serenatas e me oferece o mundo. Eu sou só aquela que coube no sapatinho de cristal.

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Apaixonar pra quê?

Ou, às vezes, apaixonamo-nos por motivos que vão além dele próprio. Porque a lua cheia e a névoa fresca despertaram borboletas adormecidas no estômago. Porque ele a protegeu numa situação de possível (mesmo que remoto) perigo. Mas o que a leva a permanecer?

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Ai, Virgínia Woolf, assim você me mata

A verdade calada “é como se um fogo ardesse em meu coração, um fogo dentro de mim. Estou exausto tentando contê-lo; já não posso mais!“ (A Bíblia Sagrada)

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Sigam-me os bons

Às vezes, você lê um livro e ele o enche de um estranho fervor, e você se convence de que esse mundo destroçado nunca será curado até que todos os seres humanos leiam esse livro.

– John Green, A Culpa é das Estrelas