Dia 9 #30diasdegratidão

Dia 9: um dia ensolarado em pleno outono.

Hoje quando abri as janelas e vi o dia que fazia lá fora, sabia que precisava fazer uma caminhada, curtir um pouco esse momento tão raro que é um dia ensolarado nos meses do outono e do inverno. Aqui a gente aprende a aproveitar um pouco melhor essas oportunidades. Nunca se sabe se é o último dia de sol do ano.

Esse local fica a mais ou menos 15 minutos a pé de onde moro. Mais algumas fotos do passeio: Leia mais →

Dia 8 #30diasdegratidão

Dia 8: o melhor tratamento do mundo para meu problema de coluna foi inventado aqui na Alemanha e tem em clínicas perto de onde moro. Ainda por cima o seguro de saúde cobre. :)

Esse tratamento se chama Schroth ou Tratamento Tridimensional de Escoliose e foi criado por Katharina Schroth, uma professora que sofria com escoliose (um desvio anormal da coluna vertebral). Naquela época nada a ajudava: nem colete ortopédico, nem exercícios físicos e, por isso, ela foi ficando cada vez mais limitada em sua mobilidade. Daí Katharina começou a tentar tratar de sua curvatura sozinha e assim desenvolveu um novo conceito de fisioterapia. Leia mais →

Dia 7 #30diasdegratidão

Ein von Noemi B. Nicoletti (@mimapumpkin) gepostetes Video am


Dia 7: essas fofas (e outros que não estão no vídeo) são minha gratidão do dia. Sou privilegiada de poder fazer parte desse grupo e de aprender com cada um naquele local.

Elas são parte do grupo de louvor da Alive Church em Karlsruhe (http://www.alivechurch.de) e estão cantando nesse vídeo a música Leia mais →

Dia 6 #30diasdegratidão

Dia 6: por súbita inspiração para escrever. Prevendo ao menos um livro inédito até o começo do ano que vem :)

Alguém aqui está empolgado?
o/ eeeuuu!

Dia 5 #30diasdegratidão

Dia 5: uma mãe que larga tudo quando a gente tá dodói só pra oferecer um suquinho de laranja, uma sopinha e um cobertor. (Mesmo eu já tendo vinte e … cof cof … anos)

Resmunguei pro meu marido, “não é nada pessoal, mas quando estou gripada eu quero mesmo é minha mãe…” Leia mais →

Dia 4 #30diasdegratidão

Dia 4: ter um dia da preguiça debaixo das cobertas com meu melhor amigo no nosso dia livre

Algumas coisas são diferentes para quem trabalha numa igreja.

Por exemplo: Leia mais →

Dia 3 #30diasdegratidão

Dia 3: testemunhar em primeira mão pessoas tomando a decisão mais importante de suas vidas.

É como um casamento. Leia mais →

Dia 2 #30diasdegratidão

Dia 2: Tomar café da manhã com mulheres que posso ter orgulho de conhecer. 

Hoje alguém mencionou que, depois de um tempo na Alemanha, quando a gente percebe que uma mulher na rua é brasileira, a gente procura passar longe e não demonstrar que a gente também é… Leia mais →

Dia 1 #30diasdegratidão

mima_Fotor

Ressuscitando o blog com o desafio de fotografar durante 30 dias algo pelo qual sou grata. Comentem, participem, compartilhem, entrem na onda :) Gratidão faz as pessoas mais felizes.

Para quem sabe que eu moro na Europa, o motivo da minha gratidão hoje parece até meio nonsense. Mas é engraçado que muitas vezes não me sinto mesmo na Europa naquele sentido positivo e mágico de quem acha que isso é um grande sonho. A verdade é que a vida se torna comum depois de um tempo. A rotina faz assentar o pó de pirilimpimpim, esperar o bonde adquire o mesmo ranço da espera pelo busão, a neve é só um empecilho pro trânsito, os alemães nas ruas se tornam só mais estranhos esquisitos de quem a gente desconfia sem motivo e a gente reclama de tudo como se ainda vivesse no Brasil.

Dia 1: morar num bairro que me faz me sentir na Europa.

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Carta para o passado

Quando eu tinha uns 13 anos de idade, minha escola resolveu criar uma „cápsula do tempo“ e pediu para que nós da sétima série escrevêssemos uma cartinha para nós mesmos no futuro. A cartinha seria enterrada e só seria novamente revelada em XX anos. (Não faço ideia quantos—será que já passou?)

Fico intrigada para saber o que escrevi porque realmente não lembro.

Imagino que o que eu tinha para oferecer na época eram mais perguntas do que conselhos e muito mais curiosidade do que sabedoria. Afinal, a minha eu presente era para aquela minha eu pré-adolescente uma completa estranha. Alguém intrigante, mas, principalmente, intimidante. Uma espécie de celebridade idolatrada a quem se pode até confidenciar segredos em cartas mas que certamente provocaria tremores e desmaios num encontro face a face.

O que eu teria a dizer para mim? Nada demais. A minha eu futura ainda não surgiu e ela sempre estará alguns passos à minha frente.

Então, fiquei curiosa a respeito do caminho reverso. A minha eu futura sempre me será uma estranha. Já o meu passado conheço muito bem. Ela ainda vive dentro de mim, escondida, silenciada, abrindo espaço para o presente.

Por isso, me propus a escrever para o meu passado. Leia mais →

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