Arquivos Mensais: julho 2012 [f2012Tue, 31 Jul 2012 15:57:00 +000007pm312012 31UTC 31pm31pm 31201200 pmTue, 31 Jul 2012 15:57:00 +0000q00000057v201200 07UTC700pm5700]

Por que odiamos aquele casal?

Sim, você sabe do que estou falando. Aquele casal cujo hobby parece ser querer mostrar para todos o quanto é feliz e bem-sucedido. No Facebook, temos a esposa que fica mandando recadinhos fofuxinhos para “o melhor maridinho do universo ever!” ou o cara que fica postando fotos dela com comentários do tipo “te amo, gata!”, […]

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"Admiro sua coragem"

Querida Mona, há dois anos, quando eu tinha acabado de chegar no seminário, estava morrendo de medo de como seria ter que falar, escrever e, pior, pregar em alemão. Aí você grudou em mim e saltitou comigo pelo seminário, dando dicas, ajudando e me corrigindo com paciência. Almoçavamos e jantavamos juntas, estudavamos juntas, filosofavamos juntas. […]

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Mas qual é o sentido da vida, Stacie?

Tamborilando os dedos na mesa de computador no meu quarto. Olhando para o furo na perna do moletom cinza da sexta série que ainda me serve. (O passado parece que meio que tem mesmo um tom de amarelo.) No moletom, o símbolo bordado do Colégio Batista com a inscrição em latim Veritas Vincit, “a verdade vence”. […]

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Jane Austen por um mundo mais belo

“Nostalgia é negação: negação do presente doloroso… o nome para essa negação é ‘ideal dos anos dourados’ – a noção errônea que um período de tempo diferente é melhor do que o que se está vivendo – é uma falha na imaginação romântica daquelas pessoas que acham difícil lidar com o presente”   Woody Allen, […]

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A escolha mais lógica

Quando tinha uns 5 anos de idade, as cores que eu escolhia para pintar e desenhar nunca eram muito convencionais. Azul para a pele humana, lilás para o cabelo, vermelho para as árvores, verde para o sol e assim ia. Sempre que os adultos me corrigiam e tentavam mostrar a forma correta de pintar, eu […]

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O que nos mantém vivos

Ao voltar de trem para casa, neste domingo, passei por cenários indescritíveis. Extensos campos dourados de cevada, montanhas, castelos e torres medievais, florestas densas, um pôr-de-sol laranja vivo, coelhinhos correndo pela campina e casinhas idílicas com telha e chaminé. Incapaz de colocar em palavras toda a beleza que via, me remexia no assento questionando as […]

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