18 de janeiro de 2010

O que meu ponto de ônibus e o Fantasma da Ópera têm em comum

Quem leu um trecho do meu livro bestseller Nixheim ou me visitou sabe qual a atracao principal e ponto de referência na metrópole de 12 mil habitantes que eu moro: o cemitério.

Ele não é grande, nem feio, nem bonito. Mas, fica bem em frente de onde eu pego o ônibus todo dia para ir para a “cidade grande”. Mal se parece um cemitério. É um jardinzinho com cruzes e epitáfios salpicados por aqui ou por lá. Tem umas árvores frondosas, uns banquinhos de praça, vez por outra até abriga concertos de tuba ou algo assim. Enfim, nada de especial, só charmosinho.

Esses dias, no entanto, ele estava em clima festivo, coberto por glacê celestial (neve, para os íntimos).

Nao sei qual seria a reação de pessoas normais ao avistar tal paisagem, mas a minha mais espontânea foi abrir os bracos e cantar Wishing you were somehow here again

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